quarta-feira, 16 de maio de 2012

Organon da Estupidez (8)


À exceção de tudo quanto esta tentativa (falhada) de poster diz de si mesma, salientem-se os seguintes aspetos:
i) «Asas para pensar e sobrevoar a’s crise’s»: infelizmente não são as "asas" do Paul Klee, mas sim, as "asas" d@s intelectuais illuminati que se permitem sobre-voar "a’s crise’s" idealística's com objetivos profissionais desde o ensino superior ao mundo da diplomacia, da cultura, dasartes e da políticacom ii) «Uma Formação de Excelência Em Filosofia na FLUC» sem estrutura curricular, integrando apenas a elaboração de tese
  

sábado, 12 de maio de 2012

André Comte-Sponville - e o «erotismo» como «próprio do homem»

Eis como o meu sábado se vê "afligido" e, arriscaria, absolutamente "angustiado", por tanta "parvoíce"! Exemplos? 

 «Lorsque nous faisons l’amour - y compris, note Bataille, entre époux légitimes -, nous avons le sentiment de faire quelque chose qui n’est pas tout à fait «normal» ou «moral». Il n’y a pas de sexualité complètement innocente, et tant mieux ! Ainsi, bien que l’on ne puisse pas confondre ces deux notions, la sexualité relève-t-elle, effectivement, de l’érotisme. Il n’y a pas d’érotisme sans transgression. Mais il n’y a pas, non plus, de transgression sans interdit, sans règles ni lois. Et comme seule l’espèce humaine dispose d’interdits moraux et culturels, elle est aussi donc la seule à être capable d’érotisme.» Eu sublinho.

E ainda: 

 «Car les deux, tant le sexe que le soleil, bien qu’ils puissent certes nous tuer aussi parfois, sont à l’origine de toute vie. L’amour est un soleil. Mieux encore, le sexe est un soleil, surtout le sexe de la femme ! Tout homme qui regarde de près la vulve d’une femme se dit, à un moment ou l’autre, que cette vulve, par son pouvoir d’éblouissement et de fascination, par cet échauffement qu’il suscite en l’homme, est un soleil.» Eu sublinho.

A autoria? André Comte-Sponville! – que, não esqueçamos, é membro do Comité Consultatif National d'Éthique!!! e um nome consideravelmente badalado por entre as incursões filosóficas no «campo da ética» (outra expressão assustadora!). Ora, não querendo discorrer num tom excessivamente exaustivo em torno desta sua entrevista, permito-me apenas lançar este "pequeno" termo que, acredito, o caríssimo filósofo ou desconhece ou, com certeza, não recordou ao escrever este seu livro: 

 «CARNOFALOGOCENTRISMO» (e o eco da voz de Derrida…)

terça-feira, 1 de maio de 2012

uma teia (des)envolvida na impossível representação …


diante de um olhar que não vejo cheio de fios perdidos e de uma respiração que se desnudava a cada (des)centralização; (ela) estava fantasmagoricamente assustada perante a "desconhecida conhecida"… ̶  pensei: "é preciso despi-la", sabendo que nunca fica nua!

Nicolas Stael - The Study of  Nude
(pincéis "em cinza" que (res)guardam a sua memória*)